
“Não julgue as pessoas pelo que as mesmas possuem por fora, afinal, tudo que existe fora de nós pode ser mudado, melhorado, refeito, alterado de todas as formas. Sinta as pessoas pelo que elas escrevem, as músicas que as fazem chorar, os romances que guardam com carinho, os laços de amizades que preservam. Julgue as pessoas depois de ouvir a voz de cada uma, sentir o peso dos recitais em seu tom, ou até mesmo enquanto desbravam a declamar uma poesia preferida, ou dar uma resposta nem sempre esperada. Julgue a si mesmo antes de apontar o dedo, antes de rir do outro, de criar suposições. Julgue se no lugar da pessoa, faria diferente. Conheça a história do outro, não contada por terceiros, mas recitada pelo próprio protagonista. Sinta o outro de peito aberto, e se depois disso, repudiá-lo, então a falência reside em ti, não no próximo.”
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