sexta-feira, 11 de novembro de 2011

aquilo que eu chamo de amor...

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“Um castelo na praia se formou. Pingo por pingo de areia com água que desceram do trabalho da minha mão, pelas pontas dos meus dedos. Pingo por pingo se fez em algo grande, concreto e fixo. Pingo por pingo cresceu, tomou forma e se estabeleceu. Ondas vieram, bateram nas paredes, levaram consigo partes do castelo e bordas do que foi feito. Nunca desmoronou, ainda está ali, mesmo que seja só uma marca do lugar onde estava, mas esse castelo esteve, e sabe-se de que havia um. Esse castelo existiu e existe no tempo e no infinito. Esse castelo eu dei o nome de: Amor.”

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